A audiência pública que discutiu a gratuidade das carteiras estudantis no município de João Pessoa, foi uma iniciativa do vereador Mangueira, que elaborou o projeto que autoriza a Secretaria Municipal de Educação e Cultura a assumir os custos das carteiras estudantis dos alunos de baixa renda da cidade de João Pessoa. O ponto negativo da audiência foi a ausência dos representante da Associação das Empresas de Transporte Coletivo (AETC), e do Ministério Público (MP), mas teve a presença da secretária executiva e do consultor jurídico do Programa de Orientação e Defesa do Consumidor da Paraíba (Procon-PB), Klébia Ludgério e Mário Soares respectivamente; do Grêmio Estudantil do Liceu Paraibano; representante da União da Juventude Socialista, Marcelo Lima; e do Conselheiro Tutelar da Região Norte, Sérgio Lucena. “Estamos aqui defendendo o direito à educação, que é o segundo fator de desigualdade social desse país. Ou o Estado aposta na educação, ou vamos ficar para trás. Essa discussão se reflete na defesa da cidadania da classe estudantil. Se o Estado e o Município pagam fardas e merenda escolar, então têm que custear também as carteiras de estudantes, para que elas não fiquem nas mãos de empresas que comercializam esse direito dos estudantes. Não importa quem não está aqui, importa quem está, que tem compromisso com a luta pela causa”, defendeu a secretária Klébia Ludgério. Mangueira quer a gratuidade das carteiras estudantis e sua unificação ao cartão magnético do vale transporte, a exemplo do que já acontece em Natal, capital do Rio Grande do Norte. domingo, 4 de setembro de 2011
Mangueira quer carteiras estudantis de graça para estudantes de baixa renda
A audiência pública que discutiu a gratuidade das carteiras estudantis no município de João Pessoa, foi uma iniciativa do vereador Mangueira, que elaborou o projeto que autoriza a Secretaria Municipal de Educação e Cultura a assumir os custos das carteiras estudantis dos alunos de baixa renda da cidade de João Pessoa. O ponto negativo da audiência foi a ausência dos representante da Associação das Empresas de Transporte Coletivo (AETC), e do Ministério Público (MP), mas teve a presença da secretária executiva e do consultor jurídico do Programa de Orientação e Defesa do Consumidor da Paraíba (Procon-PB), Klébia Ludgério e Mário Soares respectivamente; do Grêmio Estudantil do Liceu Paraibano; representante da União da Juventude Socialista, Marcelo Lima; e do Conselheiro Tutelar da Região Norte, Sérgio Lucena. “Estamos aqui defendendo o direito à educação, que é o segundo fator de desigualdade social desse país. Ou o Estado aposta na educação, ou vamos ficar para trás. Essa discussão se reflete na defesa da cidadania da classe estudantil. Se o Estado e o Município pagam fardas e merenda escolar, então têm que custear também as carteiras de estudantes, para que elas não fiquem nas mãos de empresas que comercializam esse direito dos estudantes. Não importa quem não está aqui, importa quem está, que tem compromisso com a luta pela causa”, defendeu a secretária Klébia Ludgério. Mangueira quer a gratuidade das carteiras estudantis e sua unificação ao cartão magnético do vale transporte, a exemplo do que já acontece em Natal, capital do Rio Grande do Norte.
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